12 julho, 2012

A minha vida escrita e não sabida... II

Passado algum tempo conseguimos como família começar a endireitar a nossa vida e a nossa família, o meu irmão sempre foi motivo de orgulho dentro da escola, excelente aluno na primária, sempre vi o meu irmão como um exemplo a seguir a nível escolar e desportivo e foi o que fiz, cheguei a ser considerado um excelente aluno dentro da primária sendo apenas mais reguila que o meu irmão, lembro.me bem do meu primeiro torneio no fim da primária em que perdi o torneio apesar da excelente turma e equipa que tinha, devido a um penalti que falhei que me deixou de rastos, mas mesmo assim continuei a treinar e a praticar cada vez mais, foi então que passei para o 5º ano e as minhas férias de verão até entrar para a D.João I foram levadas na minha escola primária a treinar, a jogar de dia até à noite com um rapaz mais velho que eu chamado Ruben rapaz a quem eu devo muito do que aprendi cresci como jogador entrando assim para o 5º ano o primeiro ano do básico em que havia o torneio dos professores em que ganhei pela primeira vez uma taça e uma medalha, mas foi também um ano mau pois reprovei pela primeira vez ai desiludindo assim a minha mãe pois eu tinha capacidades para tal e mesmo assim desperdicei.
Nessas férias de verão fui para o Algarve para a casa do meu pai e quando cheguei lá senti a maior revolta de sempre, pessoas que nunca tomaram conta de mim a julgarem.me por eu ter chumbado de ano, em que me compraram um livro de exercícios para eu fazer enquanto tivesse lá de férias, apesar da minha revolta eu fiz  o que me pediram.
Repeti novamente o 5º ano passando com excelentes notas.
Passei para o sexto ano aonde o episódio de reprovar se iria voltar a repetir mas desta vez por causa do meu sonho de querer ser jogador de futebol e como tinha um colega mais velho que eu, ele treinava.me e ajudava.me a trabalhar o remate, penaltis, fintas etc... acabei por chumbar por faltas devido a querer me tornar um grande jogador, foi ai então que abri os olhos e disse que nunca mais iria reprovar e quando voltei a repetir o sexto ano fui considerado um dos melhores alunos pois mesmo não tendo estado nas aulas sem saber a matéria sempre fui bom aluno, a professora de inglês disse algo que me ficou na memória naquela altura " Só falta o teu inglês ser falado também porque escrito estás mais que aprovado ", desde ai comecei a perceber que quando nos aplicamos a escola não é tão má como isso pois reconhece quando somos bons também...

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